sábado, 26 de setembro de 2009

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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

OVNI aparece no céu de Arroio Grande!







No domingo, 26/07/2009, um OVNI(objeto voador não identificado) foi avistado sobrevoando nosso município, duas vezes e em horários completamente opostos, ás às 10h30min da manhã e as 18h08min. Nossa reportagem estava no local e pode observar o fato.
Entenda melhor o caso:



Primeira aparição: 10 e 30 min. da manhã de domingo: Um objeto não identificado sobrevoa o céu do município, entre as ruas Julio de Castilhos e General Osório, chamando a atenção por ser aparentemente branco, movia-se lentamente, e tendo a aparência de um cometa, porém não apresentava nenhum sinal de esteira de condensação (aquele rastro de “fumaça”, que os aviões a jato apresentam nitidamente), podendo ser visto claramente a olho nu, e ficando invisível em torno de 1 minuto após a sua aparição.

Segunda aparição: Ocorreu no mesmo dia, às 18h e 08min da tarde. O objeto sobrevoava na mesma rota, apresentando as mesmas descrições de horas antes, desta vez deslocando- se também em direção a Rua Dr. Monteiro (Esta descrição ocorre desta maneira para que nossos leitores entendam o trajeto realizado pelo ovini, e não para indicar que ele estaria a procura de algum lugar “às portas da Dr. Monteiro”..).
O objeto ficou no céu cerca de 1 minuto a 1 minuto e meio, vindo a desaparecer.
Procuramos o ufólogo e membro do GPUC (Grupo de Estudos Ufológicos de Caçapava do Sul), Eduardo Schneider que fez a uma primeira análise, chegando à seguinte conclusão:


“É constante a incidência de OVNIs (Objetos Voadores Não Identificados) no céu de vários lugares do mundo, inclusive de Arroio Grande, pois detectei juntamente com o colega e Pesquisador Elver Teixeira que o objeto de cor branca e ovalado que aparece na foto não deixou rastro e não se assemelha com aviões, tão pouco com satélites.
Essa conclusão, foi feita depois de analisar na fotografia e ler o relato de Cristiane Ribeiro que viu, fotografou e se tornou testemunha ocular da história.
O Objeto que apareceu na foto, não era avião pelo fato de não deixar o rastro de fumaça que todos os aviões deixam, formando um risco branco no céu. Questionamos então, se era possível ser um satélite, porém essa hipótese também foi descartada pelo o horário em que o objeto foi fotografado, 18h30minhs e pela forma, que era de um ‘prato’.
Surgiu então outra dúvida, poderia ser um meteoro ou a popular estrela cadente, mas segundo Cristiane Ribeiro, o objeto durou alguns minutos no céu, ou seja, eliminamos mais uma possibilidade, pois um meteoro ‘rasga o céu’ e é possível enxergá-lo em questão de poucos segundos.
Após eliminarmos vários expoentes, o único que prevaleceu foi de que o que foi avistado no dia 26/07/2009, era um OVNI ou UFO (Unidentified Flying Object) que é a sigla de Objeto não Identificado em inglês. Não significa necessariamente que era um disco voador, pois representa ter o formato de um prato, como já havia citado.
Este tipo de aparição é comum em vários lugares do mundo, no nosso estado há vários relatos semelhantes ao de Cristiane Ribeiro e também há diversos casos em que OVNIS abduziram seres humanos e/ou deixaram marcas em plantações. Motivo para pânico? Não, pois, se eles vêm até nós, porque não podemos ir até eles? Será que não está na hora de abrir a mente e ampliar as nossas pesquisas? “Lembrem-se: “Querer é poder”.”
.Eduardo Schneider
Pesquisador e membro do GPUC (Grupo de Pesquisas Ufológicas de Caçapava do Sul





Fica então a pergunta: SERÁ QUE ESTAMOS SÓS NO UNIVERSO...?
Kika Ribeiro.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Reportagem sobre humanóide voador no México - Vídeo

Reportagem sobre humanóide voador no México - Vídeo



Por Administrator
07 de agosto de 2007
O Filme abaixo mostra uma reportagem feita pela TV mexicana de um Humanoide voador que apareceu em Monterrey no México.

Por Administrator
06 de maio de 2008
Fonte: The Sun

Por Vince Soodin
Tradução: Milton Dino Frank Junior

Um avistamento sensacional de um humano voador no céu do México pode ser real, disse um especialista em paranormalidade.
A mulher voadora misteriosa foi fotografada e filmada enquanto pairava sobre as montanhas da cidade de Nuevo Leon no México.
As pessoas que avistaram este OVNI humano disseram que a figura parecia estar usando uma capa o que poderia levar a se concluir que se tratava de uma bruxa ou feiticeira quando este fenômeno foi visto pela primeira vez em 2006.
Agora a ufóloga Anna Maria Cid está dizendo que estes avistamentos são verdadeiros baseando-se nas próprias investigações que ela fez.
Ela disse: Acredito que existe uma possibilidade neste fato. Um objeto imaginário não pode ser registrado em filme, e nem produz mais de 40 testemunhas.
O Grupo UFO de Nuevo Leon conseguiu filmar o humano voador fantasmagórico.
O policial Leonardo Samaniego também afirmou que uma pessoa flutuante estava no céu e que tinha pousado no seu boné.
Anna Luisa contou para o website Ghosttheory.com: No meu ponto de vista profissional, ambos os casos são reais.
A experiência que o oficial Samaniego relatou para o vídeo clube OVNI: Não acredito que a entidade é uma bruxa, mas sei que é algo que nós não podemos explicar.
Vejam o vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=gNbe0YWXUuc&feature=player_embedded

domingo, 2 de agosto de 2009

Ovinis aparecem frequentemente em Caçapava do Sul

video

O caso Vilas-Boas...

(Descrição do objeto, feita por Antônio)

Por Reinaldo Stabolito
Considerado um clássico da casuística brasileira, este caso ocorreu em outubro de 1957 e envolveu o então jovem Antônio Villas Boas, na fazenda de sua família, situada em São Francisco de Salles, no Estado de Minas Gerais. A fazenda abrange campos extensos e muitas plantações. Para lavrar as terras, a família de Villas Boas usava um trator com o qual trabalham em dois turnos, um diurno e outro noturno. De dia, trabalham os empregados da fazenda e à noite, por sua vez, o próprio Antônio Villas Boas, sozinho ou acompanhado de seus irmãos, lavrava as terras com o trator.
Tudo começou na noite de 05 de outubro de 1957. Naquela noite, a família de Antônio Villas Boas se recolheu para dormir por volta das 23:00 horas. Fazia bastante calor naquela noite e, por isso, Villas Boas abriu a janela, que dá para o terreiro. Neste momento ele avistou uma luz brilhante, que iluminava toda a área. Era uma luz bem mais clara do que a do luar e Villas Boas não conseguiu distinguir sua procedência – apenas que vinha do alto como se um forte holofote estivesse direcionado para o chão. Diante disso, Villas Boas chamou seu irmão para mostrar o estranho fenômeno. Apesar do fenômeno inusitado, ambos não deram muita importância e fecharam a janela para dormir. No entanto, aquela luz não saía da cabeça de Villas Boas e, sentindo uma curiosidade imensa, tornou a levantar-se e abriu a janela para ver o que se passava lá fora. A luz continuava inalterada, no mesmo lugar. Villas Boas ficou com o olhar fixo naquela luz quando, de repente, a mesma se deslocou para perto de sua janela. Assustado, Villas Boas fechou a janela com tanta força que acordou seu irmão e, dentro do quarto escuro, ambos acompanhavam a luz que entrava pelas venezianas da janela. Logo em seguida, a luz se deslocou para o alto do telhado da casa, onde penetrou pelas frestas entre as telhas. Finalmente, depois de alguns minutos, a luz desapareceu e não retornou mais.
Em 14 de outubro houve um segundo incidente que ocorreu por volta de 21:30 ou 22 horas. Naquela ocasião, Villas Boas trabalhava com o trator em companhia de um outro irmão. De repente, eles avistaram uma luz muito clara, penetrante, a ponto de fazer doer as suas vistas. Segundo o depoimento de Villas Boas, a luz era grande e redonda, como uma roda de carroça, e estava na ponta norte do campo. Ela era de cor vermelho claro e iluminou uma grande área. Ao observarem melhor, distinguiram alguma coisa dentro daquela luz, mas não conseguiram precisar o que era, pois suas vistas ficavam totalmente ofuscada. Curioso, Villas Boas foi na direção da luz para ver o que era, mas assim que se aproximou, ela se deslocou velozmente para a ponta sul do campo, onde ficou novamente parada. Villas Boas correu atrás da luz, que então tornou a voltar para onde estava antes. Finalmente, Villas Boas desiste de tentar chegar na luz e volta para junto de seu irmão. Por uns poucos minutos, a luz ficou imóvel, à distância. Ela parecia emitir raios intermitentes e em todas as direções. Em seguida, desapareceu tão repentinamente, que deu a impressão que ela simplesmente "se apagou".
Na noite do dia seguinte, de 15 para 16 de Outubro, Villas Boas trabalhou sozinho com o trator. Era uma noite fria e o céu noturno estava claro e estrelado. Por volta da uma hora da madrugada, Villas Boas viu uma estrela vermelha. No entanto, logo percebeu que não se tratava de uma simples estrela, pois aumentava progressivamente de tamanho e parecia se aproximar velozmente dele. Dentro de alguns poucos instantes, a estrela se revelou um objeto brilhante, com o formato de um ovo, que se dirigia na direção de Villas Boas com uma velocidade incrível. Sua aproximação era tão veloz que já estava sobre o trator antes de Villas Boas ter qualquer reação. De repente, o objeto parou a uma altura estimada pelo protagonista como em torno de uns 50 metros, e bem acima de sua cabeça. O trator e o campo ficaram iluminados como se fosse de dia. Essa situação durou uns dois minutos e Villas Boas, hesitante e sem saber o que fazer, ficou paralisado.
Finalmente, a luz tornou a se deslocar e parou a uns 10 a 15 metros à frente de seu trator, para então pousar no solo lentamente. Nesse momento já era possível distinguir nitidamente os contornos da máquina: era parecida com um ovo alongado, apresentando três picos, um no meio e um de cada lado. Os picos eram metálicos, de ponta fina e base larga. Villas Boas não pôde distinguir sua cor por causa da forte luz vermelha que o objeto emitia. Em cima havia algo girando a alta velocidade que, por sua vez, emitia uma luz vermelha fluorescente.
De repente, a parte debaixo do objeto se abriu e deles saíram três suportes metálicos... e isso aterrorizou Villas Boas, que previa que algo iminente iria acontecer com ele. Não disposto a esperar para ver do que se tratava, Villas Boas pôs o pé no acelerador, desviou-o do objeto voador e tentou escapar. Porém, após avançar alguns metros, o motor parou e os faróis se apagaram. Aterrorizado, ele tentou dar a partida, mas o motor não pegou mais. Em vista disso, Villas Boas pulou do trator, que estava atrás do objeto, e correu desesperadamente. Mas um minúsculo ser estranho, que mal chegava a altura dos seus ombros, pegou em seu braço. Chocado, Villas Boas aplicou-lhe um golpe que o fez perder o equilíbrio, largar o seu braço e cair para trás. Novamente, tentou correr quando, instantaneamente, três outros seres pegaram-me por trás e pelos lados, segurando seus braços e pernas. Villas Boas perdeu o equilíbrio, caindo no chão, e acabou ficando totalmente dominado pelas criaturas.
Os seres o levantaram do solo, sem que ele pudesse esboçar sequer o menor gesto. Tomado pelo mais completo desespero, Villas Boas tentou se livrar das criaturas, mas os seres o seguravam firme e não deixaram-no escapar. Neste momento, Villas Boas gritou por socorro e xingou as criaturas exigindo que soltassem-no, mas nada adiantou. As criaturas o levaram então para sua nave que estava pousada sobre suportes metálicos. Na parte traseira do objeto voador havia uma porta, que se abria de cima para baixo, e assim servia de rampa. Na sua ponta havia uma escada de metal, do mesmo metal prateado das paredes da máquina, e que descia até o solo. Os seres estavam com a situação completamente dominada e só tiveram dificuldade em fazer Villas Boas subir pela escada, que só dava para duas pessoas, uma ao lado da outra, e não era firme, mas móvel, balançando fortemente a cada uma das tentativas de Villas Boas se livrar dos seus raptores. De cada lado havia um corrimão, com a espessura de um cabo de vassoura, no qual Villas Boas agarrou para não ser levado para cima – o que fez com que as criaturas tivessem de parar, a fim de desprender a força as suas mãos do corrimão.
Por fim, os seres conseguiram arrancar as mãos de Villas Boas do corrimão e leva-lo para o interior da nave. Logo em seguida, deixaram Villas Boas em um pequeno recinto quadrado. A luz brilhante do teto metálico refletia-se nas paredes de metal polido. Ela era emitida por numerosas lâmpadas quadradas, embutidas debaixo do teto, ao redor da sala. Logo em seguida, a porta de entrada, junto com a escada recolhida, levantou-se e se fechou. O que impressionou Villas Boas é que, uma vez a porta fechada, ela se integrava à parede de tal forma que era impossível percebê-la. Um dos cinco seres presentes apontou com a mão para uma porta aberta e fez Villas Boas compreender que deveria segui-lo para aquele recinto. Cansado, estressado e vendo que não tinha qualquer outra alternativa, Villas Boas obedeceu a criatura. Dentro desse recinto, os únicos móveis existentes eram uma mesa de desenho estranho e várias cadeiras giratórias parecidas com as nossas cadeiras de balcão de bar. Todos os objetos eram de metal. A mesa e as cadeiras tinham um só pé no centro.
Os seres continuavam segurando firmemente Villas Boas e pareciam conversar entre si numa linguagem completamente estranha e incompreensível – pareciam estar discutindo. Quando finalmente deu a entender que as criaturas tinham chegado a uma decisão, os cinco pararam de falar entre si e começaram a tirar as roupas de Villas Boas. Claro que Villas Boas não gostou nada da idéia de ficar nu. Imediatamente ele reagiu e começou a tentar se defender de todas as formas, inclusive debatendo-se, gritando e xingando os seres. Não adiantou: Villas Boas ficou completamente nu. Uma das criaturas se aproxima de Villas Boas segurando algo que parecia ser uma espécie de esponja, com a qual passou um líquido em todo o seu corpo. Era uma esponja bem macia e o líquido era bem claro e inodoro, porém mais viscoso do que a água. Num primeiro momento, Villas Boas pensou que fosse um óleo, mas chegou a conclusão que não era porque a sua pele não ficou oleosa, nem gordurosa. Quando passaram aquele líquido no corpo de Villas Boas, ele sentiu um frio intenso, e tremeu muito. No entanto, logo o líquido secou e Villas Boas já não sentia mais nada.
Então, três das criaturas levaram Villas Boas para uma porta que fica do lado oposto daquela pela qual eles haviam entrado no interior da nave. Um deles tocou em algo bem no centro da porta que, em seguida, se abriu para os dois lados, como uma porta de encaixar de bar feita de uma só folha, do piso ao teto. Em cima, havia uma espécie de inscrição com letreiros luminosos de cor vermelha. Os efeitos da luz deixaram aqueles letreiros salientes, destacados da porta em um ou dois centímetros. Eram totalmente diferentes de quaisquer dos símbolos ou caracteres conhecidos. Villas Boas tentou gravá-los em sua memória, mas não conseguiu.
Em companhia de dois seres, Antônio Villas Boas ingressou em uma pequena sala quadrada, iluminada como os demais recintos, e a porta se fechou atrás deles. De repente, a parede tornou a se abrir e pela porta entraram mais dois seres. As criaturas levavam nas mãos dois tubos de borracha vermelha, bastante grossos, cada um medindo mais de um metro. Uma das pontas do tubo estava ligada a um recipiente de vidro em forma de taça. Na outra ponta havia uma peça de embocadura, parecida com uma ventosa, que colocaram sobre a pele de Villas Boas, debaixo de seu queixo. O ser comprimiu o tubo de borracha fortemente com a mão, como se dele quisesse expelir todo o ar. Logo no início, Villas Boas não sentiu dores nem comichão, mas notou apenas que sua pele estava sendo sugada. Em seguida, Villas Boas sentiu uma ardência e teve vontade de coçar no local. Neste momento a taça se encheu lentamente de sangue até a metade. Logo em seguida, retiraram o tubo de borracha e substituíram-no por outro. Villas Boas sofre nova sangria, só que dessa vez no outro lado do queixo. Nesta segunda sangria as criaturas encheram a taça de sangue. Depois essa operação, os seres se retiraram do recinto e deixaram Villas Boas sozinho.
Por mais de meia hora, Antônio Villas Boas ficou a sós na sala. Na sala não existiam móveis, exceto uma espécie de cama sem cabeceira nem moldura. Como estava se sentido cansado, Villas Boas sentou-se naquela cama. No mesmo instante, começou a sentir um odor forte, estranho e que lhe causou náuseas. Villas Boas teve a impressão de estar inalando uma fumaça grossa, cortante, que o deixou quase asfixiado. Talvez fosse isso mesmo que estivesse acontecendo, pois quando examinou a parede da sala com mais atenção, notou uma quantidade de pequenos tubos metálicos embutidos na parede, à altura da sua cabeça. Semelhantes a um chuveiro, os tubos apresentavam múltiplos furinhos, pelos quais saia uma fumaça cinzenta, que se dissolveu no ar. Villas Boas estava preso na sala e as criaturas estavam aplicando um gás lá. Sentido-se bastante mal e com ânsia de vômito, Villas Boas foi para um canto da sala e acabou vomitando. Em seguida, pôde respirar sem dificuldades, porém continuava a se sentir mal com aquele cheiro.
Até aquele momento, Antônio Villas Boas não fazia a menor idéia de como era a aparência dos seres que haviam raptado-lhe. Os cinco usavam macacões bem colantes, de um tecido grosso, cinzento, muito macio e colado com tiras pretas. Cobrindo a cabeça e o pescoço, usavam um capacete de mesma cor, mas de material mais consistente, reforçado atrás, com estreitas tiras de metal. Esse capacete cobria toda a cabeça deixando à mostra somente os olhos que Villas Boas pôde distinguir através de algo parecido com um par de óculos redondos. Acima dos olhos, o capacete tinha duas vezes a altura de uma testa normal.
A partir do meio da cabeça, descendo pelas costas e entrando no macacão, à altura das costelas, Villas Boas notou três tubos redondos de prata, dos quais não soube dizer se eram de borracha ou metal. O tubo central descia pela coluna vertebral. Na esquerda e na direita desciam os dois outros tubos, que iam até uns 10 centímetros abaixo das axilas. As mangas do macacão eram estreitas e compridas. Os punhos continuavam em luvas grossas, de cinco dedos e com a mesma cor. Nenhum dos macacões tinham bolsos ou botões. As calças eram compridas e colantes e continuavam numa espécie de bota. Todavia, a sola dos sapatos deles era de quatro a sete centímetros de espessura. Era bem diferente dos nossos sapatos. Nas pontas, os sapatos eram levemente encurvados para cima.
Depois de um longo tempo que Villas Boas não soube precisar, começou um ruído na direção da porta. Villas Boas virou-se naquela direção e deparou-se com uma moça aproximando-se lentamente. Estava totalmente nua e descalça. Seus cabelos eram macios e louros, quase cor de platina – como que esbranquiçados – e lhe caíam na nuca, com as pontas viradas para dentro. Usava o cabelo repartido ao meio e tinha grandes olhos azuis amendoados. Seu nariz era reto. Os ossos da face, muitos altos, conferiam às suas feições uma aparência heterogênea, deixando o rosto bem largo e com o queixo pontudo, que ficava quase triangular. Tinha os lábios finos, pouco marcados, e suas orelhas eram exatamente como a de nossas mulheres comuns. Segundo Villas Boas, ela tinha um corpo lindo e com os seios bem formados. Sua cintura era fina. Os seus quadris eram largos, as coxas compridas, os pés pequenos, as mãos finas e as unhas normais. Ela era de estatura bem baixa – mal chegava nos ombros de Villas Boas.
Essa criatura se aproximou de Villas Boas, em silêncio, e fitou-lhe com seus olhos grandes – não deixando dúvidas para com suas intenções. De repente, ela abraçou Villas Boas e começou a esfregar seu rosto e corpo contra o dele. A porta tornou a se fechar e Villas Boas ficou a sós com aquela criatura. Considerando a situação em que se encontrava, isso parece um tanto improvável... mas Villas Boas acredita que a excitação pode ter sido resultado do líquido que passaram por todo o seu corpo. De qualquer forma, Villas Boas não conseguiu mais refrear seu apetite sexual e acabaram tendo várias relações sexuais. Depois, a criatura ficou cansada e começou a respirar ofegantemente. Segundo Villas Boas, ele ainda estava excitadíssimo – o que demonstra que não era um estado de excitação sexual comum e natural. Antônio até tentou transar mais, mas ela recusou continuar com o sexo. No momento da recusa, Villas Boas percebeu que queriam ele apenas como um reprodutor para algum tipo de experiência. Apesar disso, segundo seu próprio depoimento, ele tomou o cuidado para não deixar que percebessem a sua irritação. Afinal, ele se encontrava nu, num lugar estranho, com seres estranhos, completamente sem chance de fuga e, sendo assim, não seria muito prudente e inteligente demonstrar qualquer tipo de hostilidade.
Pouco depois de seus corpos terem se separado, a porta se abriu e um dos seres chamou a moça com gestos. Antes de sair da sala, ela virou-se para Antônio Villas Boas e apontou primeiro para sua barriga, depois, com uma espécie de sorriso, para o próprio Villas Boas e, por último, para o alto – como se quisesse dizer que Villas Boas iria ser pai de uma criança que iria viver no espaço.
Logo em seguida, um dos seres voltou com as roupas de Villas Boas e ele, por sua vez, se vestiu imediatamente. Segundo Villas Boas, as criaturas lhe devolveram tudo, menos um isqueiro que tinha em um dos bolsos (apesar de cogitar a possibilidade de que ele possa ter caído no chão no momento da luta na hora que estavam capturando-no). Quando Villas Boas terminou de se vestir, os seres o levaram de volta para o mesmo recinto que estava antes de ter entrado naquela sala.
Chegando lá, três dos tripulantes estavam sentados nas cadeiras giratórias, grunhindo um para o outro. Aquele que veio buscar Villas Boas juntou-se a eles e deixaram-no sozinho. Enquanto eles "falavam entre si", Villas Boas tentou gravar na memória todos os detalhes ao seu redor e observava minuciosamente tudo. Assim, reparou que dentro de uma caixa com tampa de vidro que estava sobre uma mesa havia um disco parecido com um mostrador de relógio: havia um ponteiro e, no lugar dos números 3, 6 e 9, uma marcação negra. No lugar em que normalmente está o número 12, havia quatro pequenos símbolos negros, um do lado do outro.
Naquele momento, já bem mais calmo, Antônio Villas Boas teve a idéia de pegar aquela coisa e levá-la consigo – a título de ter uma prova concreta de sua inacreditável aventura de abdução. Imaginando que se os seres percebessem seu interesse por aquele objeto e talvez acabassem presenteando-lhe com o mesmo, tratou de se aproximar dele, aos poucos e, quando os seres não olhavam, puxou-o da mesa com as duas mãos. Villas Boas estimou que aquele objeto pesava, pelo menos, uns dois quilos. Porém, as criaturas não deram tempo para que Villas Boas olhasse o objeto de mais perto pois, com a rapidez, um dos seres acabou empurrando Villas Boas para o lado, tirou a caixa de suas mãos e, aparentemente furioso, tornou a colocá-la no lugar. Intimidado com a ação do alienígena, Villas Boas recuou até a parede mais próxima e ficou parado lá, imóvel.
Enfim, depois de vários minutos, uma das criaturas se levantou e fez um sinal para que Villas Boas o seguisse. Assim, atravessaram a pequena ante-sala, até a porta de entrada, já aberta e com a escada descida. No entanto, ainda não desceram, mas o ser fez Villas Boas compreender que devia acompanha-lo até a rampa que havia em ambos os lados da porta. Ela era estreita, mas permitiu dar uma volta completa ao redor da nave. Primeiro foram para frente e lá Villas Boas viu uma protuberância metálica sobressaindo da nave. Na parte oposta havia essa mesma protuberância.
O ser também apontou para os picos de metal na parte frontal. Os três estavam firmemente ligados à nave. O protuberância do meio estava ligada diretamente com a parte dianteira. As três esporas tinham a mesma forma, base larga, diminuindo para uma ponta fina e sobressaindo horizontalmente. Elas brilhavam como metal incandescente, mas não irradiavam nenhum calor. Um pouco acima da esporas metálicas havia luzes vermelhas, sendo duas laterais, que eram pequenas e redondas, e uma na da parte dianteira de grande tamanho. Eram os possantes faróis. Acima da rampa, ao redor da nave, estavam dispostas inúmeras lâmpadas quadradas, embutidas no casco. Seu brilho vermelho refletia na rampa, a qual, por sua vez, terminava em uma grande placa de vidro grosso, que entrava fundo no revestimento de metal. Como não existiam janelas em parte alguma, Villas Boas julgou que aquela vidraça serviria para olhar para fora, mesmo que não fornecesse uma boa visão pois, visto de fora, o vidro parecia bastante turvo.
Após a vistoria da parte frontal da máquina, o ser levou Villas Boas para a parte traseira (que apresentava uma curvatura bem mais pronunciada do que a da dianteira) mas, antes disso, pararam mais uma vez, quando a criatura apontou para cima, onde estava girando a imensa cúpula em forma de prato. Ao girar lentamente, mergulhava numa luz esverdeada, cuja fonte não era possível detectar. Simultaneamente, emitia um som parecido com assobio. Quando, mais tarde, a máquina decolou, as rotações da cúpula aceleraram progressivamente, até desaparecer por completo, e, em seu lugar, permanecer apenas um brilho de luz vermelho-clara. Ao mesmo tempo, o ruído cresceu para um estrondoso uivo. Depois de ter mostrado toda a parte externa da nave para Villas Boas, o ser o levou para a escada metálica e deu a entender que ele estava livre para ir embora. Ele apontou primeiro para si próprio, depois para Villas Boas e, finalmente, para o quadrante sul no céu. Em seguida, fez sinal de que ia recuar e desapareceu no interior da nave.
A escada metálica foi se recolhendo e a porta da nave se fechou. As luzes da esporas metálica do farol principal e da cúpula ficaram progressivamente mais intensas com o aumento das rotações. Lentamente, a máquina subiu, em uma linha vertical, recolhendo, ao mesmo tempo, seu trem de pouso. O objeto subiu devagar, até uns 30 a 50 metros de altura. Lá parou por alguns segundos, enquanto sua luminosidade se tornava mais intensa. O ruído de uivo tornou-se mais forte, a cúpula começou a girar com uma velocidade enorme, ao passo que sua luz foi se transformando progressivamente, até ficar vermelho-clara. Naquele instante, a nave inclinou-se ligeiramente para o lado, ouviu-se uma batida rítmica e, repentinamente, desviou-se para o sul, desaparecendo de vista uns poucos segundos depois.
Finalmente, Villas Boas voltou para o seu trator. Era 01:15 horas quando foi levado para o interior da nave e retornou somente às 05:30 horas da madrugada – por mais de quatro horas ficou sob tutela daqueles inusitados seres. Com o passar do tempo, Villas Boas formou-se em Direito, casou-se e teve quatro filhos. Esse caso foi minuciosamente investigado pelo Dr. Olavo Fontes. Um dos elementos mais impressionantes na experiência de Villa Boas são as marcas escuras que começaram a surgir em seu corpo, cujas investigações indicaram como possível causa de um processo de intoxicação radioativa.
* Desenhos de Jacques Lob e Robert Gigi do livro "LES APPARITIONS OVNIS" (Dargaud Editeur).* Foto de Villas Boas getilmente cedido pelo CISNE (Irene Granchi).
Reinaldo Stabolito é Ufólogo e Coordenador Geral do INFA

Moradores do DF e Goiás relatam OVNI...

Enviada por: Redação Vigília vigilia@vigilia.com.br Data: 10/03/2009 - Horário: 13h11min
Testemunhas relataram ao jornal Correio Brasiliense o avistamento de OVNI (ou UFO) luminoso que deixou um rastro verde na noite de sábado (07/03)
O jornal Correio Brasiliense de hoje, 10/03, está repercutindo a aparição de um misterioso OVNI (ou UFO) nos céus de Brasília e Goiás na noite do último sábado, 07/03, entre as 19h20 e 20h30. Segundo diversas testemunhas que entraram em contato com o jornal, o misterioso fenômeno que cruzou os céus na direção norte-sul tinha forte luminisidade, deixando um rastro verde brilhante por onde passou, indicando a possibilidade de entrada na atmosfera de um pedaço de satélite ou um meteorito.
Todos os relatos concordam que o objeto descreveu uma trajetória retilínea, a altíssima velocidade, e, relativamente, a baixa altitude. Entre as testemunhas há dois delegados e três policiais militares de Goiás, além de um meteorologista que se dirigia ao Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em Brasília. Manoel Rangel viu o clarão quando chegava ao Inmet, e declarou ao jornal que achou "que aquilo fosse cair, deixando um rastro. Nunca vi nada tão grande e tão baixo no céu”, acrescentou. Segundo Rangel descreveu, o fenomemo "se despedaçou" rapidamente.
O Correio Brasiliense afirma que "Equipamentos da Universidade de Brasília (UnB) registraram um sinal ainda não explicado no nordeste de Goiás". O Observatório Sismológico da UnB não registrou tremores, mas detectou uma anomalia na "estação infrassom", localizada relativamente próxima de Divinópolis, em Goiás. Além disso, a reportagem apurou que moradores dessa cidade teriam ouvido uma explosão após a queda do OVNI brilhante. "Minha casa balançou e o teto tremeu”, afrmou ao jornal Darcy Augusto, morador de São Domingos, vizinha a Divinópolis.

sábado, 16 de maio de 2009

Edu Damatta e Negrinho Martins, no Xira’s Bar







Edu Damatta e Negrinho Martins, no Xira’s Bar

Com um “Q” de “nostalgia futurista”... Assim foi o show “Uma canção para minhas prendas... e outras mais”, estrelado por Edu Damatta e Negrinho Martins, no Xira’s Bar em Arroio Grande.
A data não poderia ser mais propícia: 10 de maio – aniversário do Mestre Basílio Conceição e, neste ano também Dia das mães. Talvez por este motivo, um clima de magia se espalhava no ar... E, ali pertinho da “verdadeira” Groenlândia, a noite se desenrolava em uma atmosfera totalmente “underground” (envolta em um mistério que apenas as “entidades” possuem...).
Com dois estilos opostos (será mesmo?) – “rock and Roll e Tradicionalismo”. - Edu e Negrinho mostraram ao público seu entrosamento musical, onde o irrequieto Edu e o versátil Negrinho provaram que uma junção bem feita é sinônimo de sucesso!
Ao som de “As curvas da estrada de Santos”, o show teve seu início, e a “nostalgia” da Jovem Guarda logo cedeu lugar a um som “Rolling Stoniano” (que Basílio tanto apreciava!), e por falar no aniversariante, um dos momentos mais emocionantes da apresentação, foi quando Edu Damatta interpretou “Uma canção para minha prenda”, acompanhado por Negrinho Martins na gaita ponto. E, entre músicas que marcaram época e composições inéditas, os artistas fizeram uma miscelânea musical, onde toda forma de fusão era permitida, até mesmo unir “Gildo de Freitas à Beatles, ou interpretar Cartola junto com Nirvana, e em ritmo de tango!! Aliás, esta é uma das marcas de Edu Damatta, pois segundo ele:” Cantar a música de outros artistas da mesma forma que eles a gravaram, é apenas fazer um cover... a graça está justamente em “brincar” com as canções!”“
E, como não poderia deixar de ser, a cantora Marcela Rodrigues foi convidada a “subir ao palco” e prestar sua homenagem ao público, pois ela é, sem dúvida alguma, a maior representante “teen” da música arroio grandense (e o Mestre Basílio- esteja onde estiver- provavelmente concorda com esta definição...).
Para encerrar a noite, Edu Damatta e Negrinho Martins prestaram uma homenagem a todas as mulheres presentes (“Mães universais”, segundo uma definição “Cabocliana”), cantando “Índia Maria”.
Esta foi com certeza uma noite memorável para todas as Mães arroio grandenses e para aqueles que apreciam o trabalho destes dois grandes artistas!